Olá!
Eu estou a pensar que o melhor «local/modo» para eu contribuir é na produção de textos para o sítio web. pode ser? Luís
Olá!
Paulo como estas "à frente" deste aspecto gostaria de saber como pensas trabalhar os contributos que todos demos no fórum? Pensas passa-los para a wiki e depois organizar aki o texto? diz-me pq se quiseres posso fazer isso (passar para aki os contributos de tds)!
Aguardo novidades!
Sónia Valente
Usem o espaço da discussão para falarmos sobre a preparação do texto...
Paulo Simões
Ideias do Moodle
Palavras Chave de todas as ideias:
- A colaboração,
- interacção com professores, colegas ( esta interacção pode ser realizada com pessoas de diferentes píases)
- a " solidariedade" e a força dada pelos " companheiros de jornada/plataforma" anularam distâncias e fomentaram relacionamentos/ amizades que, provavelmente, não aconteceriam num curso de índole presencial
- Comprometimento;
- Auto-organização;
- Gestão do tempo;
- Método de trabalho;
respeitar, promover e aceitar a diversidade e especificidade de cada colega; proporção directa com a partilha de saberes e experiências; - Feedback
- Incentivo/ apoio da família
- reflexão sobre uma diversidade de temáticas
- aprendizagens significativas
- "Três ps" (Pergunta, Procura, Partilha).
- Distancia fisica deixa de existir;
- Relações de amizade muito fortes;
- partilha de saberes e de competências;
- relação professor-aluno-professor - Recurso dinâmico e diversificados;
- ferramentas práticas diversificadas;
- Bases para vir a ser uma boa formadora;
- Trabalho em equipa;
- "Partilha", "Transparência", "Amizade", Colaboração
- Autonomia;
Tirado do Moodle, escrito pelos colegas no Moodle:
- Comprometimento com o curso e com os colegas numa perspectiva cooperativa;
- Auto-organização, gestão do tempo e método de trabalho;
- Construção partilhada e transparente do saber, contribuindo para a evolução do conhecimento (teorias, métodos, técnicas,...) em e-learning.
- Aprender com quem abre horizontes, mas que deixa espaço para criar mecanismos par continuar a aprender;
- Um exercício de cidadania responsável, porque implica respeitar, promover e aceitar a diversidade e especificidade de cada colega e aí fazer comunidade de aprendizagem;
- «Na partilha é que está o ganho», pois vi que a aprendizagem está na proporção directa com a partilha de saberes e experiências.
Como sabes sou a única MPeliana que está ligada ao segundo ciclo do ensino básico...o que não é propriamente muito " e-learning". Além do mais estou numa escola muito avessa à inovação principalmente com NTIC....por aqui até parece que os atrasos nas obras e na colocação de uma rede viável de net são " abençoadas" e até a gripe A serviu de motivo para vedar aos alunos o acesso aos computadores. Nestes dois semestres estive pois sempre a "lutar contra a maré": não só não tinha meios para pôr em prática algumas ideias, como nem sequer as podia discutir com colegas. Além disso era frequente ouvir da parte de colegas comentários como " Já tinhas idade para ter juíza"; não te esqueças que tens um filho de 5 anos ..." de que é que te serve isso?" ...eu!?...só se fosse louco(a)!" etc ...
A minha sede de saber .... o meu confronto diário com situações de insucesso que facilmente poderiam ser minimizadas com um ensino que otpimizasse as NTIC estimulando, por exemplo, a criatividade; que em certas situações mais problemáticas aplicasse o blended learning etc., fizeram-me cerrar os dentes e seguir em frente com ainda maior determinação. Entretanto quanto mais aprendia mais necessidade de tempo tinha e menos me era dado nesta escola suburbana, cheia de problemas advindos dos bairros em redor. E foram noitadas a fio a trabalhar, a pesquisar, a lutar contra a minha "iliteracia funcional" (pelo menos no domínio do Inglês....e como me sentia a léguas de distância dos meus colegas de mestrado que trabalhavam diariamente na formação !!!) e....muito prazer...muita vontade de ser uma eterna " aprendente" daquele mundo que se me revelava, dia a dia , maior, mais interessante....mais bonito....
Hoje digo....quem me dera ter mais tempo....quem me dera ter começado antes ...e qual menina ingénua, continuo a perguntar-me: Como é possivel não gostar de aprender? Não querer aprender?...e, meio a medo respondo baixinho: se calhar é esse o problema das escolas : não conseguem fazer gostar de saber....de aprender...
Foram tempos difíceis em que a saúde se ressentiu do esforço " fora de tempo".A colaboração, a " solidariedade" os "cumprimentos" e a força dada pelos " companheiros de jornada/plataforma" anularam distâncias e fomentaram relacionamentos/ amizades que, provavelmente, não aconteceriam num curso de índole presencial. Por outro lado, e pela parte que me cabe,o Feedback e Incentivo/ apoio da família foram as compensações para chegar ao fim.Valeu a pena? sim!! ...que "a alma não é pequena!"
Tenho comparado esta experiência a uma viagem:
Primeiro, pela possibiliade de interagir com pessoas oriundas de sítios diferentes; depois temos tido a oportunidade de reflectir sobre temas tão diferentes, e a esses momentos designo de escalas, e que nos possibilitam chegar ao destino, que é diferente para cada um de nós porque depende dos objectivos a que nos proposemos alcançar.
Esta viagem proporcionou e proporciona aprendizagens significativas, em que foi e é possível desenvolver as capacidades de perguntar, procurar e partilhar respostas, que na minha escola designamos de "Três ps" (Pergunta, Procura, Partilha).
Por tudo isto agradeço a todos os Mpelianos (professores e alunos).
-a interacção com professores e colegas foi essencial e foi surpreendente, pois a minha vivência académica anterior, na Universidade de Coimbra, foi completamente diferente;
- a noção de que a distância física acaba por não ser relevante, por existir uma forte ligação com os elementos do curso – um dos aspectos relevantes é que a nossa presença/ ausência é notada, daí que sejamos visíveis;
- a partilha de saberes e de competências entre os diferentes membros do grupo – temos percursos de vida diferentes, experiências profissionais e objectivos diferentes, mas, para mim, estas diferenças vêm enriquecer ainda mais o trabalho que aqui desenvolvemos, levando-nos a repensar e a refrescar as nossas perspectivas.
a) Neste mestrado, a foi diferente da que me habituara nos estudos superiores anteriores, sobretudo no apoio e orientação das actividades. Esta relação foi fundamental para a adaptação ao ensino online. Mas não há uma dependência do aluno ao feedback do professor, porque aquele sabe o que tem que fazer e como através das orientações (autonomia).
b) Descoberta e utilização de plataformas e serviços online e ferramentas digitais que servem de suporte eficiente e dinâmico ao ensino online. A mais valia é que são livres e abertos. Percebi que é possível criar, sem grandes exigências e competências técnicas, uma sala virtual de ensino, por exemplo, no Second Life.
c) Criação de materiais e recursos para o ensino online, elaborados em actividades de cooperação entre alunos. foi uma aprendizagem saudável, permitindo aumentar o meu interesse pelas actividades e novos conhecimentos/teorias e melhorar o meu desempenho individual.
- o MPEL facultou-me bases que me permitem “pensar” e construir formação em e-learning de qualidade;
- facultou-me , ferramentas práticas diversificadas passíveis de adequar a diferentes contextos e solicitações, a diferentes públicos;
- finalmente, forneceu-me bases para me actualizar continuamente relativamente às (quase diárias) novidades desta área, durante e depois do mestrado.
Para o sucesso deste processo, não posso deixar de realçar, tal como vós já o fizeram, a importância do trabalho em cooperação com o grupo de estudantes, do suporte dos professores, das actividades motivantes e das inúmeras ferramentas trabalhadas.
"Partilha", "Transparência" e "Amizade".
Colaboração
Partilha - Online Teaching ( http://www.facebook.com/groups.php?id=1747201086&gv=2#!/group.php?gid=206533992596&v=wall&ref=ts ) Transparência - PPEL - Peer Assessment ( http://finalreport.ensinoinf.net/?page_id=50 ) Amizade - Poderão servir de exemplo os trabalhos que desenvolvi em parceria com o Pedro e o Luís. Colaboração - Aqui poderia destacar qualquer dos trabalhos que fizemos ao longo do curso em equipa e foram muitos. Talvez sublinhe os trabalhos que envolveram, também, a turma toda, por exemplo, a construção do GLossário, em MeD e os trabalhos de CAeL que envolveram toda a turma.
___
Como estruturar a apresentação:
1º Passo:
Levantamento daquilo que nós, no início, achávamos que fosse o ensino a distância.
(primeiros trabalhos de Me -: um post sobre as nossas ideias pessoais sobre o que EaD. Aí, daríamos uma ideia do que pensávamos Antes do Curso.
2º Passo:
descrição deste processo - aquilo que está a ser a nossa colaborar na organização da Conferência - apresentar o que fomos durante o Curso. Isto é, teríamos, dum lado a proposta que nos foi feita - aquilo que se pretende que façamos - e do outro a forma como aceitamos o desafio e o desenvolvemos que na minha opinião está a ser o reflexo do que fomos durante este último ano.
3º Passo:
Depois do Curso ainda que esteja à nossa espera mais um ano, mas agora num desafio mais individual.
Olá!
Eu estou a pensar que o melhor «local/modo» para eu contribuir é na produção de textos para o sítio web. pode ser? Luís
Olá!
Paulo como estas "à frente" deste aspecto gostaria de saber como pensas trabalhar os contributos que todos demos no fórum? Pensas passa-los para a wiki e depois organizar aki o texto? diz-me pq se quiseres posso fazer isso (passar para aki os contributos de tds)!
Aguardo novidades!
Sónia Valente
Usem o espaço da discussão para falarmos sobre a preparação do texto...
Paulo Simões
Ideias do Moodle
Palavras Chave de todas as ideias:
- A colaboração,
- interacção com professores, colegas ( esta interacção pode ser realizada com pessoas de diferentes píases)
- a " solidariedade" e a força dada pelos " companheiros de jornada/plataforma" anularam distâncias e fomentaram relacionamentos/ amizades que, provavelmente, não aconteceriam num curso de índole presencial
- Comprometimento;
- Auto-organização;
- Gestão do tempo;
- Método de trabalho;
respeitar, promover e aceitar a diversidade e especificidade de cada colega; proporção directa com a partilha de saberes e experiências;
- Feedback
- Incentivo/ apoio da família
- reflexão sobre uma diversidade de temáticas
- aprendizagens significativas
- "Três ps" (Pergunta, Procura, Partilha).
- Distancia fisica deixa de existir;
- Relações de amizade muito fortes;
- partilha de saberes e de competências;
- relação professor-aluno-professor
- Recurso dinâmico e diversificados;
- ferramentas práticas diversificadas;
- Bases para vir a ser uma boa formadora;
- Trabalho em equipa;
- "Partilha", "Transparência", "Amizade", Colaboração
- Autonomia;
Tirado do Moodle, escrito pelos colegas no Moodle:
- Comprometimento com o curso e com os colegas numa perspectiva cooperativa;
- Auto-organização, gestão do tempo e método de trabalho;
- Construção partilhada e transparente do saber, contribuindo para a evolução do conhecimento (teorias, métodos, técnicas,...) em e-learning.
- Aprender com quem abre horizontes, mas que deixa espaço para criar mecanismos par continuar a aprender;
- Um exercício de cidadania responsável, porque implica respeitar, promover e aceitar a diversidade e especificidade de cada colega e aí fazer comunidade de aprendizagem;
- «Na partilha é que está o ganho», pois vi que a aprendizagem está na proporção directa com a partilha de saberes e experiências.
Como sabes sou a única MPeliana que está ligada ao segundo ciclo do ensino básico...o que não é propriamente muito " e-learning". Além do mais estou numa escola muito avessa à inovação principalmente com NTIC....por aqui até parece que os atrasos nas obras e na colocação de uma rede viável de net são " abençoadas" e até a gripe A serviu de motivo para vedar aos alunos o acesso aos computadores. Nestes dois semestres estive pois sempre a "lutar contra a maré": não só não tinha meios para pôr em prática algumas ideias, como nem sequer as podia discutir com colegas. Além disso era frequente ouvir da parte de colegas comentários como " Já tinhas idade para ter juíza"; não te esqueças que tens um filho de 5 anos ..." de que é que te serve isso?" ...eu!?...só se fosse louco(a)!" etc ...
A minha sede de saber .... o meu confronto diário com situações de insucesso que facilmente poderiam ser minimizadas com um ensino que otpimizasse as NTIC estimulando, por exemplo, a criatividade; que em certas situações mais problemáticas aplicasse o blended learning etc., fizeram-me cerrar os dentes e seguir em frente com ainda maior determinação. Entretanto quanto mais aprendia mais necessidade de tempo tinha e menos me era dado nesta escola suburbana, cheia de problemas advindos dos bairros em redor. E foram noitadas a fio a trabalhar, a pesquisar, a lutar contra a minha "iliteracia funcional" (pelo menos no domínio do Inglês....e como me sentia a léguas de distância dos meus colegas de mestrado que trabalhavam diariamente na formação !!!) e....muito prazer...muita vontade de ser uma eterna " aprendente" daquele mundo que se me revelava, dia a dia , maior, mais interessante....mais bonito....
Hoje digo....quem me dera ter mais tempo....quem me dera ter começado antes ...e qual menina ingénua, continuo a perguntar-me: Como é possivel não gostar de aprender? Não querer aprender?...e, meio a medo respondo baixinho: se calhar é esse o problema das escolas : não conseguem fazer gostar de saber....de aprender...
Foram tempos difíceis em que a saúde se ressentiu do esforço " fora de tempo".A colaboração, a " solidariedade" os "cumprimentos" e a força dada pelos " companheiros de jornada/plataforma" anularam distâncias e fomentaram relacionamentos/ amizades que, provavelmente, não aconteceriam num curso de índole presencial. Por outro lado, e pela parte que me cabe,o Feedback e Incentivo/ apoio da família foram as compensações para chegar ao fim.Valeu a pena? sim!! ...que "a alma não é pequena!"
Tenho comparado esta experiência a uma viagem:
Primeiro, pela possibiliade de interagir com pessoas oriundas de sítios diferentes; depois temos tido a oportunidade de reflectir sobre temas tão diferentes, e a esses momentos designo de escalas, e que nos possibilitam chegar ao destino, que é diferente para cada um de nós porque depende dos objectivos a que nos proposemos alcançar.
Esta viagem proporcionou e proporciona aprendizagens significativas, em que foi e é possível desenvolver as capacidades de perguntar, procurar e partilhar respostas, que na minha escola designamos de "Três ps" (Pergunta, Procura, Partilha).
Por tudo isto agradeço a todos os Mpelianos (professores e alunos).
-a interacção com professores e colegas foi essencial e foi surpreendente, pois a minha vivência académica anterior, na Universidade de Coimbra, foi completamente diferente;
- a noção de que a distância física acaba por não ser relevante, por existir uma forte ligação com os elementos do curso – um dos aspectos relevantes é que a nossa presença/ ausência é notada, daí que sejamos visíveis;
- a partilha de saberes e de competências entre os diferentes membros do grupo – temos percursos de vida diferentes, experiências profissionais e objectivos diferentes, mas, para mim, estas diferenças vêm enriquecer ainda mais o trabalho que aqui desenvolvemos, levando-nos a repensar e a refrescar as nossas perspectivas.
a) Neste mestrado, a foi diferente da que me habituara nos estudos superiores anteriores, sobretudo no apoio e orientação das actividades. Esta relação foi fundamental para a adaptação ao ensino online. Mas não há uma dependência do aluno ao feedback do professor, porque aquele sabe o que tem que fazer e como através das orientações (autonomia).
b) Descoberta e utilização de plataformas e serviços online e ferramentas digitais que servem de suporte eficiente e dinâmico ao ensino online. A mais valia é que são livres e abertos. Percebi que é possível criar, sem grandes exigências e competências técnicas, uma sala virtual de ensino, por exemplo, no Second Life.
c) Criação de materiais e recursos para o ensino online, elaborados em actividades de cooperação entre alunos. foi uma aprendizagem saudável, permitindo aumentar o meu interesse pelas actividades e novos conhecimentos/teorias e melhorar o meu desempenho individual.
- o MPEL facultou-me bases que me permitem “pensar” e construir formação em e-learning de qualidade;
- facultou-me , ferramentas práticas diversificadas passíveis de adequar a diferentes contextos e solicitações, a diferentes públicos;
- finalmente, forneceu-me bases para me actualizar continuamente relativamente às (quase diárias) novidades desta área, durante e depois do mestrado.
Para o sucesso deste processo, não posso deixar de realçar, tal como vós já o fizeram, a importância do trabalho em cooperação com o grupo de estudantes, do suporte dos professores, das actividades motivantes e das inúmeras ferramentas trabalhadas.
"Partilha", "Transparência" e "Amizade".
Colaboração
Partilha - Online Teaching ( http://www.facebook.com/groups.php?id=1747201086&gv=2#!/group.php?gid=206533992596&v=wall&ref=ts )
Transparência - PPEL - Peer Assessment ( http://finalreport.ensinoinf.net/?page_id=50 )
Amizade - Poderão servir de exemplo os trabalhos que desenvolvi em parceria com o Pedro e o Luís.
Colaboração - Aqui poderia destacar qualquer dos trabalhos que fizemos ao longo do curso em equipa e foram muitos. Talvez sublinhe os trabalhos que envolveram, também, a turma toda, por exemplo, a construção do GLossário, em MeD e os trabalhos de CAeL que envolveram toda a turma.
___
Como estruturar a apresentação:
1º Passo:
Levantamento daquilo que nós, no início, achávamos que fosse o ensino a distância.
(primeiros trabalhos de Me -: um post sobre as nossas ideias pessoais sobre o que EaD. Aí, daríamos uma ideia do que pensávamos Antes do Curso.
2º Passo:
descrição deste processo - aquilo que está a ser a nossa colaborar na organização da Conferência - apresentar o que fomos durante o Curso. Isto é, teríamos, dum lado a proposta que nos foi feita - aquilo que se pretende que façamos - e do outro a forma como aceitamos o desafio e o desenvolvemos que na minha opinião está a ser o reflexo do que fomos durante este último ano.
3º Passo:
Depois do Curso ainda que esteja à nossa espera mais um ano, mas agora num desafio mais individual.